20228874_10154860882154077_8409190159053706207_nDepois de ter sido premiado no Curtas Vila do Conde, Delphine Aprisionadao ensaio audiovisual de Ricardo Pinto Magalhães, aluno do curso livre O Ensaio Audiovisual e a Escrita sobre Cinema, ministrado por mim e pelo Luís Miguel Correia, é o vencedor do Loops.Lisboa 2017. O júri atribuiu o prémio por unânime, justificando a decisão da seguinte forma:

“A obra apresenta a icónica atriz francesa Delphine Seyrig aprisionada na tela e nos papéis relevantes representados através das obras de Chantal Akerman, Marguerite Duras e Alain Resnais. Um trabalho elaborado e inquiridor, através de fragmentos de filmes, sobre alguns dos papéis femininos mais representativos dum novo cinema, num contexto histórico de lutas feministas. Esses papéis e o seu significado são colocados em diálogo/confronto, através de 4 écrans simultâneos, que fazendo uso de um magistral loop redefinem a sua natureza original, transportando-nos para novos significados num puzzle inebriante sobre o cinema e a história.” (retirado daqui)

A obra continua patente no Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado até dia 4 de Fevereiro.

Muitos parabéns ao Ricardo!

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Apresentação no Porto do livro O Cinema Não Morreu: Crítica e Cinefilia À pala de Walsh do colectivo À pala de Walsh na Livraria Flâneur (na Rua de Fernandes Costa 88), no dia 13 de Janeiro (sábado), às 17h00.

Esta apresentação contará com a participação dos walshianos David Pinho Barros, Francisco Noronha e João Araújo.

Mais informações aqui.

Foto LAnçamento À pala de Walsh

Foi belo, muito belo o lançamento de ontem, que encheu com muitos e bons amigos e personalidades que muito admiro, entre elas, o director da Cinemateca e meu (e)terno professor José Manuel Costa, o Professor Eduardo Lourenço e o realizador Manuel Mozos, o primeiro piso da Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema. Celebrou-se o novo livro e o nascimento de uma nova editora, a Linha de Sombra. Natal melhor era impossível. Fica o apelo final para porem no vosso sapatinho – e no dos outros – este O Cinema Não Morreu: Crítica e Cinefilia À pala de Walsh (imagem do livro abaixo).

Tive oportunidade de endereçar o agradecimento sentido durante o lançamento, mas agora deixo-o aqui: um grande obrigado ao João Coimbra Oliveira, pela camaradagem e confiança até ao fim, e ao Rui Miguel Ribeiro, responsável pelo grafismo do livro, pessoa de inestimável disponibilidade e visível bom gosto. À Maria João Madeira, o meu público reconhecimento, agora aqui, neste espaço, pelo belo prefácio que nos ofereceu.

O livro encontra-se à venda na Livraria Linha de Sombra, da Cinemateca Portuguesa (em breve, noutras paragens). O preço de capa é 18 euros.

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25311274_1319102558189528_3651775595444753763_oLançamento do livro O Cinema Não Morreu: Crítica e Cinefilia À pala de Walsh na Livraria Linha de Sombra, Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema, na próxima quinta-feira, às 18h30. Será apresentado por mim, pelos outros editores, Carlos Natálio e o Ricardo Vieira Lisboa, e contará ainda com a participação de Maria João Madeira (programadora da Cinemateca que é autora do prefácio desta obra). Mais informações aqui.

CapaEContracapa 2017Em breve: lançamento do livro O Cinema Não Morreu: Crítica e Cinefilia À Pala de Walsh (edição Linha de Sombra). Textos editados por mim, pelo Carlos Natálio e o Ricardo Vieira Lisboa. Com prefácio da programadora da Cinemateca Maria João Madeira.

Trata-se de um livro de antologia com cerca de 80 artigos da autoria de mais de 20 autores publicados ao longo dos cinco anos de vida do site de cinema À pala de Walsh (artigos que foram revistos e melhorados para esta edição, sendo que os mesmos serão exclusivos da edição em papel).

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Organizo, com Margarida Medeiros e Maria Rosa Figueiredo, o ciclo de cinema Do Outro Lado do Espelho que terá lugar na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa nos meses de Dezembro de 2017 e de Janeiro e Fevereiro de 2018 (sempre no auditório 1, às 18h30). Entrada livre.

Este ciclo complementa a exposição com o mesmo nome patente no Museu Calouste Gulbenkian.