Depois de ser seleccionada para vários festivais e ter, nomeadamente, recebido uma Menção Honrosa no Festival Triste para Sempre, a curta-metragem de Tânia Prates, Quando a Luz se Apaga, produzido durante o Curso NOVA Fotofilme: a fotografia como narrativa fílmica, foi distinguido ontem com uma Menção Honrosa no Grande Prémio Nacional do prestigiado FEST – New Directors New Films Festival.

O júri enalteceu o seguinte: “Este pequeno filme, seduz pela simplicidade e objectividade com que nos apresenta algum do acervo fotográfico do Museu de Coruche, revelando, em pouco tempo, perícia em sublinhar o seu valor e a força que uma única imagem pode conter.”

Parabéns à Tânia pelos sucessos!

O regresso à Cinemateca Portuguesa fica marcado pela redacção de duas folhas: para Odd Couple de Gene Saks (já exibido), com Walter Matthau e Jack Lemon, e para Il tetto de Vittorio De Sica (a exibir). As duas Folhas estão disponíveis no site da Cinemateca – é só clicar no título de cada filme.

Il tetto passa amanhã, dia 24, às 19h00, na sala Félix Ribeiro, e quarta-feira, dia 29, na mesma hora e sala.

É um filme muito especial, que a meu ver responde com muito coração aos tempos em que vivemos, colocando-nos em sintonia com esse projecto comum que chamamos humanidade. Muito belo.

Na próxima sexta-feira (dia 24 de Julho), às 10h30, participo, por videoconferência, como arguente no júri de uma Prova de Doutoramento da Lusófona do Porto. O Retrato Fotográfico e os Novos Media, do doutorando António José Martins Alves, trabalho orientado pelo Professor Doutor José Gomes Pinto, será apreciado por um júri presidido pela Magnífica Reitora da Universidade Lusófona do Porto Isabel Maria Pérez da Silva Babo Lança.

Além do orientador, o Professor Doutor José Gomes Pinto, estarão presentes no júri como vogais eu, na qualidade de Professor Auxiliar Convidado da NOVA FCSH, a Professora Soraya Vasconcelos, da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, e o Professor Doutor Manuel Luís Bogalheiro, da Universidade Lusófona do Porto.

Sinto-me reconhecido e “sem jeito” depois de ler a recensão de Cláudia Coimbra sobre o meu livro História da Fotografia – Ao Encontro das Imagens (Edições Colibri, 2019), publicada recentemente na prestigiada Aniki – Revista Portuguesa da Imagem em Movimento com o título «À espera do contra-campo: subsídios para uma leitura de uma nova História da Fotografia».

Não me sinto apenas “despido” no que diz respeito à maneira como é capturada nesta escrita fulgurante a essência do meu trabalho, mas, bem mais que isso, penso que a leitura da Cláudia vem acrescentar valor – também por força da sua alta cultura literária e cinéfila – ao meu humilde esforço.

Sinto-me grato a dobrar porque uma análise desta qualidade tem o poder de refrescar o interesse – o meu próprio interesse – por estes assuntos que muito me têm ocupado o espírito. Por isso mesmo, arriscando cair no desajeitado exercício de vaidade, a esta leitura que brilha – e diverte! – respondo com o meu sincero agradecimento.

Descarregue directamente, em PDF, a recensão de Cláudia Coimbra neste link.

Pode adquirir o livro, por exemplo, no site da editora Colibri.

Publico, nesta obra colectiva editada pela Documenta, o artigo «Angel Face: lições de mise en scène». Todas as informações sobre o conteúdo desta edição aqui.

Quero agradecer especialmente ao Jeffrey Childs e ao José Bértolo por esta oportunidade. E deixar uma nota de reconhecimento pela atenção e cuidado dispensados pela Documenta.

Empire (1964)

Tem sido um prazer acompanhar de perto o desenvolvimento da nova rubrica do site da Cinemateca Portuguesa, “Sala de Projeção”. Tenho o gosto de fazer parte da equipa de editores deste micro-site – concebido por Nuno Rodrigues da Costa – na companhia de Nuno Sena e Maria João Madeira.

A resposta de todos tem sido excepcional. Qualquer pessoa ligada, directa ou indirectamente, a esta casa tem todas as razões para se sentir orgulhosa.

Entretanto, peço imensa desculpa, mas não vou domar o inadmissível ataque de vaidade e vou partilhar aqui três magníficos textos que me referem em termos muito amigáveis, palavras simpáticas que retribuo from the heart: «Filho da Televisão», por Ricardo Vieira Lisboa; «As folhas da Cinemateca», por João Lameira; «Notas da sala de aula – ensaio para um cinema do encontro», por Pedro Florêncio. A eles, um forte abraço.

O meu contributo, «Cinemateca, um espaço de ação», pode ser lido aqui.

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Marcarei presença no júri de mestrado neste dia 13 de Maio, às 15h00, que, pela plataforma Zoom.us, irá avaliar o Projecto de Mestrado em Estética e Estudos Artísticos, especialização em Cinema & Fotografia, intitulado Um Punk chamado Ribas: Documentário sobre o músico português João Ribas do candidato Paulo Miguel Borges Antunes.

Na mesa estarão a Professora Maria Irene Aparício e o Professor Victor Flores.

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“O programa interessará a diferentes perfis de destinatários, nomeadamente nas áreas ligadas a instituições culturais e artísticas, de programação cultural, de curadoria e criação na área da fotografia e cinema, bem como ao nível da formação de professores do ensino secundário, artístico e não artístico. Visa oferecer formação no sentido de um pensamento crítico sobre as imagens, bem como responder, num contexto pós-digital, à necessidade de compreender as transformações dos dois media determinantes da cultura moderna e pós-moderna: a fotografia e o cinema.”

A segunda fase de inscrições começa no dia 11 de Junho e termina no dia 5 de Julho de 2020.

Todas as informações relativas a esta pós-graduação aqui.

Consulte o horário com todas as unidades curriculares de primeiro e segundo semestres aqui.