«Crítica e cinefilia – dos Cahiers amarelos à nova democracia digital», Camões: Revista de Letras e Culturas Lusófonas, número 24, 2016.

Um agradecimento particular à Margarida Cardoso pela oportunidade de publicar este ensaio que procura tocar numa parte da história da crítica, da cinefilia e da criação que chega a incluir esse projecto do presente e do futuro chamado À pala de Walsh. Aos meus colegas de site, a minha dedicatória.

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Eu e a Clelia Bettini organizámos as Cineconversas da 10ª Festa do Cinema Italiano com o intuito de pôr em diálogo o cinema português com o cinema italiano e lançar um olhar crítico sobre a evolução do cinema italiano.

A mesa do dia 8 (sábado) será dedicada ao tema Portugal e Itália: Uma História de Afinidades no País CinemaContaremos com um painel inteiramente português, constituído por Abílio Hernandez Cardoso (Professor de Cinema aposentado da Universidade de Coimbra ), Carlos Melo Ferreira (Professor e investigador doutorado pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa), Sérgio Dias Branco (Professor na Universidade de Coimbra) e Luís Miguel Oliveira (programador da Cinemateca e crítico de cinema do Público). A moderar estarei eu, Luís Mendonça, doutorado em Ciências da Comunicação na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

A mesa do dia 9 (domingo) será dedicada ao tema Olhares sobre o Cinema Italiano: Da Época Dourada aos Dias de Hoje. Contaremos com um painel inteiramente internacional, constituído por Daniela Aronica (jornalista, editora e docente da Universitat de Barcelona), Oreste Sacchelli (director artístico do Festival de Cinema Italiano de Villerupt), Lorenzo Codelli (jornalista, consultor para Itália do Festival de Cannes). A moderar estará o director artístico da Festa do Cinema Italiano, Stefano Savio.

Entrada livre.