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Monthly Archives: Novembro 2018

Nan GoldinO curso do Atelier de Lisboa Fotografia em Movimento começa na próxima quinta-feira. Queria deixar um agradecimento aos alunos que se inscreveram e tornaram esta edição do curso uma realidade. Um agradecimento especial ao Bruno Sequeira e à Mariana Castro. Quanto ao mais, até já.

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Participo, no dia 4 de Dezembro (terça-feira),  entre as 11h30 e as 13h00, na sala 5.2, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, no colóquio internacional Landscape and Cinema. O título da comunicação é: “Utopia, dreams, and destruction: the post-May 68 landscape or the group Zanzibar”.

Abstract:

“Under the Paving Stones, the Beach.” The May 68 slogan, promising a landscape in reward for the struggle, is well-known. A more or less idyllic landscape, an ingress/regress to the promised Eden – to nature, to childhood, to the elements in their purest state. Out of that revolutionary fable, told and sung in between the images of a violent act of insurrection (of the body and of the soul), came a group of filmmakers – the “Dandies of May 1968” – financed by patron and activist Sylvina Boissonnas. The group’s name was presenting us with a landscape: Zanzibar.

In this island lost in the history of auteur cinema, very low-budget films were produced, in guerrilla mode, between 1968 and 1970. These eminently experimental films documented the inner scars of an entire generation who came out of May 68 morally defeated – that is to say, disenchantedly “grown-up.” Films by directors such as Philippe Garrel, Jackie Raynal, and Serge Bard extolled in their own matter the collapse of utopia – sometimes in confrontation with a real or dreamt, inner or outer promised landscape. But is this collapse not presented hand in hand with an intensely messianic thinking? Though the beach has not yet come, it might still come one day. Let us pull the beach out of the paving stones. Let us question the landscape – this image of thought – on its own delay and on the failure of our present revolutions.

Todas as informações aqui.

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ABC do Cinema – Uma História dos Conceitos

Datas: 22 de Janeiro a 6 de Fevereiro | Terças, quartas e quintas-feiras, das 18h00 às 21h00 | 30 de Janeiro das 17h00 às 21h00.

Local: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (FCSH/NOVA).

Professora Responsável: Professora Doutora Margarida Medeiros.

Formador:

Luís Mendonça – Doutorado em Ciências da Comunicação pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (FCSH/NOVA), sob orientação da Professora Margarida Medeiros. Tem mestrado na mesma área e pela mesma faculdade, na especialidade de Cinema e Televisão, sob orientação do Professor João Mário Grilo. Deu aulas no âmbito de Cursos Livres concebidos por si em colaboração com colegas da área do cinema e da fotografia. Escreveu vários artigos e participou em inúmeros colóquios sobre cinema, fotografia e filosofia da imagem. Organizou ciclos de cinema e debates. Realizou vídeos, ensaios audiovisuais e a curta-metragem Lugar/Vazio (2010). É investigador no ICNOVA da FCSH/NOVA.

Convidados:

Carlos Natálio – Com formação nas áreas do Direito, Cinema e Ciências da Comunicação, tem exercido sobretudo actividade nas áreas da crítica de cinema, programação e investigação. Fundou em 2012 o site de cinema português, À pala de Walsh e mantém desde 2009 o seu blogue Ordet, onde escreve sobre cinema, cultura contemporânea e arte. É membro da AIM: Associação de Investigadores da Imagem em Movimento e co-editor da revista Aniki- Revista Portuguesa de Imagem em Movimento. Interessado na relação entre cinema e pedagogia, área na qual prepara a sua dissertação de doutoramento, tem colaborado desde 2015 com a associação Filhos de Lumière. Escreveu em 2016, no âmbito do projecto CinEd- European Cinema Education for Youth, o caderno pedagógico dedicado a O Sangue, de Pedro Costa. Em 2017 co-editou o livro O Cinema Não Morreu: Crítica e Cinefilia À pala de Walsh. No prelo está também o caderno pedagógico dedicado ao filme Aniki-Bóbó de Manoel de Oliveira.

José Bértolo – Desenvolve o doutoramento no Programa Internacional em Estudos Comparatistas da Universidade de Lisboa (oferecido em parceria com a Universidade Católica de Lovaina e a Universidade de Bolonha), com uma bolsa da FCT para um projecto sobre espectralidade no cinema português, em particular em Paulo Rocha, Manoel de Oliveira, João Pedro Rodrigues e Pedro Costa. Enquanto investigador do Centro de Estudos Comparatistas da FLUL, trabalha nas áreas dos estudos fílmicos e dos estudos interartes, com particular incidência em questões de narrativa, representação e figuração, ontologia e materialidade das imagens. Colaborou como docente de Análise Fílmica na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Integrou a comissão editorial da revista electrónica Falso Movimento, editou com Clara Rowland A Escrita do Cinema: Ensaios (Documenta, 2015) e publicou Imagens em Fuga: Os Fantasmas de François Truffaut (Documenta, 2016) e Sobreimpressões: Leituras de Filmes (Documenta, 2018).

Miguel Patrício – É licenciado em Filosofia pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (FCSH/NOVA), onde também terminou o mestrado em Cinema e Televisão com uma dissertação sobre cineastas japoneses dos anos 60 e 70 intitulada “Sístoles e Diástoles: Uma Perspectiva sobre a Art Theatre Guild”. Desde 2007, escreve e dirige palestras sobre cinema japonês. As suas críticas podem ser lidas online, especialmente no site À pala de Walsh e no blogue Último Filme no Universo. Artigos da sua autoria foram publicados em Kiju Yoshida: El cine como destruccíon (Buenos Aires International Independent Film Festival, 2011) ou O Cinema Não Morreu: Crítica e Cinefilia À pala de Walsh (Linha de Sombra, 2017). No que diz respeito a palestras, destacam-se as que deu em Guimarães no CAAA (Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura) em 2013, e em Lisboa, no contexto da EAJS (European Association for Japanese Studies) de 2017. Co-fundou o núcleo de programação White Noise e a produtora independente Storylines.

Sérgio Dias Branco – É Professor Auxiliar de Estudos Fílmicos na Universidade de Coimbra, onde coordena os Estudos Fílmicos e da Imagem e dirige o Mestrado em Estudos Artísticos. É coordenador do LIPA – Laboratório de Investigação e Práticas Artísticas. Como investigador, integra o Instituto de Filosofia da Nova (IFILNOVA), colabora com o Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX (CEIS20), e é membro convidado do grupo de análise fílmica da Universidade de Oxford, “The Magnifying Class”. É presidente da Direção da AIM – Associação de Investigadores da Imagem em Movimento. Desenvolve uma investigação de mestrado em teologia na Universidade de Durham. Lecionou na Universidade Nova de Lisboa e na Universidade de Kent, onde lhe foi atribuído o grau de doutor em Estudos Fílmicos. Co-edita duas revistas, Cinema: Revista de Filosofia e da Imagem em Movimento e Conversations: The Journal of Cavellian Studies, e é autor do livro Por Dentro das Imagens: Obras de Cinema, Ideias do Cinema (Documenta, 2016).

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Custo de inscrição: 

130 euros (público em geral), 104 euros (Sócios INATEL e ACP), 90 euros (estudantes, de qualquer grau e estabelecimento de ensino), 100 euros (antigos alunos, da FCSH/NOVA). Os custos de avaliação (facultativos): 20 euros (público em geral), 15 euros (estudantes e antigos alunos). Custo do certificado: 6 euros.

Número máximo de participantes:

30.

ECTS:

2.

Objectivos:

  • Contactar com os pontos fundamentais da história do cinema a partir de alguns dos seus conceitos-chave.
  • Articular criticamente conceitos da história do cinema, sem perder de vista as suas leituras críticas mais contemporâneas.
  • Saber relacionar teoria com a técnica cinematográfica, justapondo conceitos a soluções visuais e sonoras.
  • Aprender a construir um argumento crítico com base nalguns conceitos fundamentais, sugerindo leituras novas que mobilizem investigações futuras.
  • Saber organizar e partilhar pela escrita o pensamento em torno das imagens cinematográficas, dominando, assim, um conjunto de ferramentas de análise fílmica.

Programa:

Dizia Jean-Luc Godard que as imagens são complementos das ideias. O presente curso procura fazer da teoria e da história pontos de contacto com as obras. No sentido desta confluência, propõe-se uma história das ideias, uma abordagem do cinema a partir de alguns dos conceitos fundamentais que pensam ou fazem pensar as principais alterações estéticas e técnicas que se foram operando desde a invenção do cinematógrafo pelos irmãos Lumière até aos dias de hoje. Para o entendimento da história do cinema e de uma ontologia da imagem cinematográfica, constitui-se um pensamento crítico que põe em relação e problematiza algumas ideias cristalizadas. O mote é simples: oferecer uma leitura completa da história de alguns dos principais conceitos ligados ao pensamento das imagens cinematográficas, mas sem abdicar de uma perspectiva crítica que repensa algumas ideias feitas.

Trata-se este de um laboratório de ideias que fornece ao aluno uma bateria de conceitos que o ajudarão a moldar o pensamento crítico e científico sobre o cinema, abrindo perspectivas científicas e até artísticas. Baseado na ideia de Deleuze de que toda a filosofia é uma filosofia dos conceitos, este curso assenta num abecedário crítico, fazendo de cada ideia-força o mote para cada aula, que, por sua vez, fará uma articulação permanente entre a ideação e a prática artísticas, conjugando leitura crítica de textos sobre a imagem com exibição de excertos ou filmes inteiros considerados exemplares.

Propõe-se ainda uma chamada ao espaço da aula de bibliografia fresca sobre cada uma das correntes teóricas enunciadas. A leitura desses textos permitirá actualizar as articulações que propomos, entre o que os teóricos, críticos e realizadores (pre)disseram e as transformações que estão hoje em curso.

O nosso abecedário irá incidir sobre os seguintes quinze conceitos-chave, cada um originador de parte de uma aula: Atracções (cinema e montagem das); Autores (política dos); Câmara-caneta; Cine-olho; Cinefilia; Desktop cinema; Expandido (cinema); Fotogenia; Freeze-frame; Imagem-tempo; Jump cut; Kulechov (efeito); Pillow-shotSlow cinema; Videoclipe. Das ideias nascem imagens, das imagens nascem ideias. Este vai-e-vem produtivo constitui o fluxo de práticas deste curso.

Bibliografia:

  • AUMONT, Jacques, A Análise do Filme, Lisboa, Texto & Grafia,  2013;
  • AUMONT, Jacques, MARIE, Michel, Dicionário Teórico e Crítico do Cinema, Lisboa, Texto & Grafia, 2008;
  • BAECQUE, Antoine de, CHEVALLIER, Philippe, Dictionnaire de la pensée du cinéma, Paris, Puf, 2012;
  • GRILO, João Mário, As Lições do Cinema: Manual de Filmologia, Lisboa, Edições Colibri, 2008;
  • JOURNOT, Marie-Thérèse, Vocabulário de Cinema, Lisboa, Edições 70, 2005.

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logo.jpgNo próximo dia 21 de Novembro (quarta-feira), pelas 10h30, na sala T1 (Torre B, 2º piso) da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (FCSH/NOVA), integrarei na qualidade de arguente o júri da Prova de Mestrado da candidata Anastasia Lukovnikova, com base no Trabalho de Projecto de Mestrado em Estética e Estudos Artísticos — Cinema & Fotografia intitulado No Home Movies: First-Person Documentary.

No júri estarão a Professora Margarida Medeiros (orientadora) e a Professora Maria Irene Aparício (Presidente do Júri).

A sessão é pública.

Fotofilme Vertical+[Link para inscrição aqui]

Fotofilme: a fotografia como narrativa fílmica

Datas: 7 a 17 de Janeiro. Dias úteis das 18h00 às 21h00. Salvo 17 de Janeiro: das 18h00 às 19h00.

Local: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (FCSH/NOVA).

Professora Responsável: Professora Doutora Margarida Medeiros.

Formadores: 

Luís Mendonça – Doutorado em Ciências da Comunicação pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (FCSH/NOVA), sob orientação da Professora Margarida Medeiros. Tem mestrado na mesma área e pela mesma faculdade, na especialidade de Cinema e Televisão, sob orientação do Professor João Mário Grilo. Deu aulas no âmbito de Cursos Livres concebidos por si em colaboração com colegas da área do cinema e da fotografia. Escreveu vários artigos e participou em inúmeros colóquios sobre cinema, fotografia e filosofia da imagem. Organizou ciclos de cinema e debates. Realizou vídeos, ensaios audiovisuais e a curta-metragem Lugar/Vazio (2010). É investigador no ICNOVA da FCSH/NOVA.

Luís Miguel Correia – Realizou as curtas-metragens Estação e Crónica Parisiense e os documentários Da Natureza das Coisas Pedro Calapez – Trabalhos do Olhar, entre outros. Trabalhou na montagem de vários documentários, longas e curtas-metragens de ficção. Entre 2008 e 2018 colaborou com a NOVA FCSH na qualidade de coordenador técnico do LABCC – Laboratório de Criação Cinematográfica.

Convidados:

Gonçalo Robalo – Nasceu em Lisboa em 1975. Licenciou-se em arquitectura pela Universidade Lusíada, estudou fotografia na AR.CO e cinema no Programa de Criatividade e Criação Artística da Fundação Calouste Gulbenkian em parceria com a Deutsche Film- und Fernsehakademie Berlin. Sócio fundador da Errar Filmes e director do festival Longa Noite de Curtas. Realizou as curtas-metragens Júlio; Um Homem à Varanda; Tessitura; Leite; Entre Paredes; Pedra; Barreira, entre outros. O seu último filme Os Mortos obteve o prémio para melhor curta-metragem portuguesa no IndieLisboa 2018.

João Lameira – Licenciado em Comunicação Social pela Universidade Católica Portuguesa, é colaborador do Ípsilon, suplemento cultural do jornal Público, para o qual escreve sobretudo sobre cinema e por vezes sobre música e literatura. Co-fundou o site de cinema À pala de Walsh, tendo co-coordenado e escrito regularmente nos primeiros quatro anos de existência do mesmo. Colaborou ainda em publicações on-line, como a Rua de Baixo, e em papel, caso da Revista Ler. Estudou guionismo na New York Film Academy. Como argumentista e realizador, completou mais de uma dezena de curtas-metragens. Co-criou, escreveu e co-realizou De Mal a Pior, uma mini-série de quatro episódios exibida na RTP. No âmbito de um curso de realização em Berlim, no ano passado, concluiu cinco curtas-metragens, nomeadamente Double Exposure, o seu projecto final de curso.

Ricardo Vieira Lisboa – Nasceu em Lisboa, em 1991. É licenciado e mestre em Matemática Aplicada e Computação (pelo Instituto Superior Técnico) e também mestre em Cinema na área de Realização e Dramaturgia (pela Escola Superior de Teatro e Cinema). Frequentou também oficinas específicas sobre cinema. Trabalha como programador do festivais IndieLisboa – Festival Internacional de Cinema de Lisboa, assim como é curador ocasional do Festival Reverso e da Fundação Calouste Gulbenkian e colaborador de vários festivais e mostras de cinema. É crítico de cinema no site À pala de Walsh, que co-fundou e co-edita. Tem produzido comunicações e artigos académicos nas áreas da história do cinema português e do restauro e preservação cinematográfica, participado em diversas mesas redondas e dinamizado inúmeras sessões de debate. Como realizador produziu algumas curtas-metragens experimentais e vídeo-ensaios, entre eles Le métro, Vieira da Silva (2016), Children, Madonna and Child, Death and Transfiguration (2016), Volleyball Holiday (2017), Cigarro Azul (2017) e Os Motivos de Reinaldo (2018), que foram exibidos em festivais nacionais e internacionais.

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Custo de inscrição: 

130 euros (público em geral), 104 euros (Sócios INATEL e ACP), 90 euros (estudantes, de qualquer grau e estabelecimento de ensino), 100 euros (antigos alunos, da FCSH/NOVA). Os custos de avaliação (facultativos): 20 euros (público em geral), 15 euros (estudantes e antigos alunos). Custo do certificado: 6 euros.

Número máximo de participantes:

 16.

ECTS:

2.

Objectivos:

  • Conhecer maneiras alternativas de análise e transmissão do conhecimento do cinema e da fotografia.
  • Conhecer casos de estudo paradigmáticos da imbricação do cinema com a fotografia.
  • Ser capaz de produzir ou projectar um discurso sobre a imagem fotográfica, mormente a partir das ferramentas de montagem próprias do cinema.
  • Saber organizar um stock de imagens fotográficas para a sua apresentação, crítica ou artística, a um público alargado sob a forma de um ensaio audiovisual.
  • Passar pelo processo de produção, exibição e exposição crítica dos objetos criados, também mediante plataformas parceiras deste curso.

Programa:

Este curso resulta de um entendimento expandido do conceito de “fotofilme”, enquadrando filmes que filmam fotografias, que as inserem na sua “duração” e que as põem em “narrativa”. Os casos de estudo vão do inevitável Chris Marker ao casal Gusztáv Hámos e Katja Pratschke, passando por Jean-Luc Godard, Jean Eustache, Robert Altman, Hollis Frampton, Michael Snow, Susana Sousa Dias, etc. “Fotografias colocadas num contexto cinemático criam uma experiência fílmica”, escrevem Hámos, Pratschke e o seu colaborador Thomas Tode no livro Sample Cities.

A equipa de formadores irá promover junto dos alunos a produção de filmes sobre fotografia, pondo em prática os conhecimentos transmitidos. Serão fornecidos instrumentos, teóricos, conceptuais, estilísticos e técnicos, que permitam ao aluno produzir uma narrativa fílmica com fotografias. Narrativas fotográficas em filme, isto é, com duração e (eventualmente) som que podem cingir-se à lógica simples do slide show (Nan Goldin) ou que podem ter uma natureza ensaística, mais ou menos analítica (por exemplo, Um Minuto para uma Imagem de Agnès Varda ou Six fois deux de Jean-Luc Godard e Anne-Marie Miéville) e/ou mais ou menos plástica ou conceptual (por exemplo, (nostalgia) de Hollis Frampton ou Wavelenght de Michael Snow).

Trata-se, portanto, de um curso teórico orientado para a prática artística, sendo que os alunos terão a oportunidade de produzir um “fotofilme” balizado e coordenado pelos formadores.

Para nos ajudarem neste intento, convocamos os realizadores Gonçalo Robalo (Os Mortos, prémio para melhor curta-metragem portuguesa no IndieLisboa 2018), Ricardo Vieira Lisboa (Le Métro, Vieira da Silva, o filme que dá imagem a este curso) e João Lameira (o inédito Double Exposure) que vêm apresentar e falar sobre os seus filmes baseados de algum modo em fotografias.

Este Curso conta com o apoio dos seguintes parceiros:

  • O festival IndieLisboa irá debruçar-se sobre o resultado com a intenção de seleccionar pelo menos um dos filmes produzidos durante o curso.
  • O Bazar do Vídeo facultará aos alunos um conjunto de vantagens no acesso a tecnologia de realização e montagem.
  • site À pala de Walsh dará visibilidade a alguns dos filmes produzidos durante o curso, nomeadamente na rubrica Filmes Fetiche.
  • O blogue My Two Thousand Movies será nosso parceiro mediático, acompanhando o processo de criação no workshop com um ciclo.

Bibliografia:

  • BARTHES, Roland, A câmara clara, Lisboa, Edições 70, 2008;
  • BELLOUR, Raymond, Between-the-Images, Zurique e Dijon, JRP|Ringier & Les Presses du Réel, 2012;
  • CAMPANY, David, Photography and Cinema, Londres, Reaktion Books, 2008;
  • MAH, Sérgio, A fotografia e o privilégio de um olhar moderno, Lisboa, Colibri, 2003;
  • SONTAG, Susan, Ensaios sobre Fotografia, Lisboa, Publicações Dom Quixote, 1986.

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